▲ Low Poo & No Poo & Co-Wash


No fim do ano passado comecei a seguir um cronograma capilar na esperança de ficar com um cabelo mais bonito e hidratado. Segui aquilo à risca durante meses, experimentei várias receitas e nada. Há cerca de mês e meio decidi começar a pesquisar sobre Low Poo, No Poo e Co-Wash mas ainda não aderi a nenhuma das técnicas.
Ao inicio é um mundo de informações e torna-se bastante confuso. Eu ainda estou a tentar compreender tudo até porque não tenho ninguém conhecido que faça alguma das técnicas mas existe um óptimo grupo no Facebook chamado Low No Poo - Portugal.
E quando passamos para os produtos vemos-nos um pouco limitadas nas opções que existem porque cá ainda não há muitos produtos e os produtos brasileiros acabam por ser a nossa salvação.
Eu tenho andado a procurar novos produtos e de preferência baratos e finalmente encontrei uns baratinhos, num deles até aproveitei uma promoção no Jumbo mas como ainda me faltam outros produtos só devo começar a técnica Low Poo em Janeiro.
Vou optar pelo Low Poo porque é mais fácil de encontrar produtos e porque quero ver como o meu cabelo reage durante alguns meses, depois talvez adira ao No Poo.
Tenho expectativas um pouco altas confesso mas há tanta gente a falar bem destas técnicas que é difícil não ter esperança de ficar com o cabelo bonito.


P.s: Tenho um álbum privado no Pinterest com os produtos que fui encontrando em lojas físicas e online, se quiserem espreitar digam-me [porque está privado] e/ou adiram ao grupo de Facebook que mencionei em cima. 

▲ Namorar com um polícia II


É dormir sozinha mais vezes do que gostaria. É ter os horários trocados várias vezes. É não dar para fazer planos muito grandes nem a longo prazo. É estar preocupada desde que ele sai para trabalhar até chegar. É aprender a respirar fundo sempre que ouves as noticias, que estão quase sempre erradas e só dão uma imagem negativa da polícia. É habituar-me à constante presença de armas. É passar a conhecer os amigos/colegas dele pelo último nome. É adorar vê-lo de farda. É vê-lo sempre a observar tudo e todos nos sítios públicos. É perceber que o cansaço é algo normal e sestas são quase obrigatórias. É ficar toda inchada de orgulho dele. É fazer questão de lhe dizer várias vezes por dia e especialmente quando começa o turno que o amo. É vê-lo arriscar a vida dele todos os dias e a sociedade fazer dos criminosos as vitimas. É aprender a gostar do som do velcro. É perceber que ele não vai poder estar em todos os aniversários ou almoços de família. É saber os riscos que ele corre mas a profissão dele não ser considerada uma profissão de risco. É ouvir os comentários dos sabichões que não sabem nada mas estão sempre prontos para opinar. É sentar-me sempre de costas para a porta em sítios públicos. É esperar nunca receber aquela chamada. É ver os governos que não têm o mínimo respeito e proteção por quem arrisca a vida por nós.

▲ Desabafo


Entreguei o meu relatório de estágio acerca de um mês e desde de então que tenho enviado o meu currículo para a minha área e áreas similares mas esta semana desisti de mandar apenas para as minha área e mandei também para lojas de roupa e provavelmente vou levar uns currículos comigo quando for a centros comerciais porque simplesmente não dá para continuar em casa todos os dias.
Passo dias e dias sem sair de casa e por norma quando saio vou aos sítios do costume o que não me ajuda em nada, como não posso continuar sem ajudar nas despesas em casa. Já para não falar que cada dia que passa é mais um dia que atrasa todos os anos de sair de casa.
Honestamente achei que seria mais fácil porque sou elegível para estágio profissional do IEFP mas nem assim me ligaram para uma entrevista.

Enfim, foi apenas um desabafo de quem passa os dias sozinha e a matutar nisto tudo.

▲ Sair de casa


Qualquer pessoa fala em ir morar com o/a namorado/a quase desde do inicio, especialmente quando se começa a namorar enquanto moramos em casa dos pais. Eu e o meu namorado não somos excepção e já imaginámos mil e uma coisas. Só que essas conversas nunca foram muito a sério porque estudávamos e sabíamos que tão cedo isso não aconteceria.
Só que agora ele já trabalha e eu estou já ando à procura de emprego e daqui a uns meses vamos começar a decidir tudo o que está relacionado com sair de casa. Agora as conversas sobre isso são mais sérias e mais assustadoras, no bom sentido, do que antes mas ainda falta algum tempo até sairmos.
Estar em casa dos pais não implica grandes responsabilidades e é sempre seguro. Mas sair de casa é quase como dar um passo para o vazio, de repente tudo é responsabilidade nossa para o bom e para o mau e provavelmente também só nessa altura é que me vou sentir adulta.
E cada vez mais me perco no Pinterest a ver fotografias de decoração e vou pensando que coisas gostaria de ter na minha casa.
Como foram/estão a ser as vossas experiências de quando saíram de casa dos pais (sozinhas ou com namorado)?

▲ Mestrado [quase] terminado


Ainda nem acredito que já terminou*, ainda não estou bem em mim!!
Não foi nada fácil fazer o relatório de estágio, não tive sorte com a orientadora porque mal me orientou e por vezes orientou-me mal. Felizmente valeram-me as colegas de mestrado, que me apoiaram, tiraram imensas dúvidas e ajudaram sempre que conseguiram.
Termino o mestrado com a opinião que apenas serviu para gastar dinheiro e perder tempo porque de resto não me acrescentou nada. Não aprendi nada de novo o que é triste.
Mas agora está feito e fico feliz por terminar mais uma fase da minha vida. Agora vem o pior que é arranjar emprego mas pensamento positivo!



*Ainda falta a defesa mas para mim está terminado.
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