▲ Croissant Gigante



Mais um pequeno-almoço com umas amigas, desta vez no Croissant Gigante do Bairro.
Estava muito curiosa para experimentar por isso quando nos voltámos a juntar sugeri este sítio, afinal não é todos os dias que se encontram croissant gigantes.

O espaço é giro, ligeiramente pequeno ou então tem uma ou duas mesas a mais. Chegou um casal depois de nós que ficou mesmo colado a nós. Nada de grave, na altura*, mas por vezes é chato pela falta de privacidade quando estamos a conversar.

Eu optei pelo brunch.O brunch é composto por croissant, ovos mexidos, iogurte, sumo de laranja, fiambre, queijo e salada de fruta. Mas o meu vinha com meio croissant e trazia também dois sabores de compota que agora não me lembro quais eram.
Tirando os ovos que estavam um pouco líquidos e sem grande sabor de resto estava tudo bom. E meio croissant é o equivalente a um croissant 'normal'.

Acabei por trazer também um croissant de chocolate com caramelo salgado para o meu namorado que ele adorou e eu nem tive direito a dar uma dentada!
Felizmente e infelizmente não fica perto de minha casa senão seria uma desgraça.


Já tinham ouvido falar ou já foram lá provar? 

 

 

*Claramente isto foi pré-covid. Mas só mostra que nunca gostei de ter pessoas coladas a mim.

▲ Hora do Cinema


Hoje trago-vos uma trilogia que gosto bastante, a trilogia Eastrail 177 e que é composta pelo filme O Protegido, seguido pelo Fragmentado e termina no Glass.
Muito resumidamente os filmes são sobre três pessoas com poderes únicos e são considerados filmes de super herói embora bastante diferentes do que estamos habituados a ver em filmes da Marvel por exemplo.

Gosto de todos os filmes mas o Fragmentado é fantástico. A personagem principal é interpretada pelo James McAvoy e tem múltipla personalidade. A interpretação é espetacular e quando tenho a oportunidade de ver na televisão não a perco.
No terceiro filme, no Glass, todas as personagens aparecem e a história também é bastante interessante, passando-se numa espécie de hospital que investiga pessoas com poderes sobrenaturais.


Tenho alguma dificuldade em falar das histórias porque facilmente digo alguns spoilers mas espero que tenham ficado curiosos o suficiente e aproveitem o isolamento para espreitar esta trilogia.

Desemprego

Pois é, comecei o mês de Novembro desempregada e assim continuo. Embora tenha tido uma entrevista ainda na minha última semana de trabalho já tive a resposta de que não fui escolhida mas já estava a espera confesso. 

O covid não dá tréguas em lado nenhum então a empresa foi fechada. O ano já tinha começado meio tremido e depois de 5 meses em casa não deu para mais. Ainda trabalhei dois meses, numa última tentativa de ver como as coisas corriam mas não deu mais. E pensei que ia ter a oportunidade de este mês regressar às aulas de condução mas com todo o atraso que houve mais um problema na escola de condução só regresso às aulas em Janeiro. Nem é bom falar nisso de tão chateada que fiquei, visto que este atraso deve-se mais à escola que ao covid e isolamento.

Entretanto vou ter uma sessão online com o IEFP e vou aproveitar para saber se posso fazer formações financiadas fora do IEFP visto que as formações do IEFP não são as melhores pelo feedback que tive de pessoas que já as frequentaram e tenho uma área onde gostaria de adquirir conhecimentos que aliados ao meu curso penso que me iam abrir portas.

Por enquanto ainda só estou a procurar emprego na minha área porque não quero já desistir da minha área ou similares e porque por enquanto ainda o posso fazer. Mas daqui a um ou dois meses vou procurar onde calhar.

E desse lado, como vão as coisas por aí a nível profissional?

As redes sociais e quem seguimos por lá

Já todas ouvimos aquele conselho sobre seguirmos contas ou pessoas nas redes sociais com conteúdo bom para nós certo? Contas que mostram a vida real e não as vidas perfeitas que muitas influenciadoras mostram e que fazem com que as pessoas comparem as suas vidas com o que vêm e depois se sintam menos bem com a vida que têm. Como diz o ditado a galinha do vizinho é sempre mais gorda do que a nossa.

Não tenho o hábito de seguir pessoas consideradas influenciadoras, porque muitas vezes não é conteúdo que me agrade embora tenha algumas exceções. Mas não é de influenciadoras que venho falar.

Venho falar das contas com frases e citações. 

Na altura do confinamento para além de devorar séries usava muito o instagram até porque é a rede social que mais gosto. E uma vez que adoro frases e citações decidi seguir várias contas de frases de vários tipos mas essencialmente frases sobre a vida, sobre todo o tipo de relações e motivacionais. 

Ao fim de algum tempo, e provavelmente por estar em casa há meses e sem nada para me ocupar o tempo, ler frases inúmeras vezes por dia, fez-me comparar as minhas experiências com o que lia e dei por mim a achar que aquelas frases faziam imenso sentido. Comparar amizades, relações familiares e amorosas com o que lia como se todas as pessoas da minha vida tivessem de ter aqueles comportamentos caso contrário não eram relações com sentimentos verdadeiros. Se os amigos não fazem isto ou aquilo é porque não é amizade verdadeira, se o namorado tem ou não aqueles comportamentos não gosta de nós, a família a mesma coisa.

Foi uma situação realmente estranha, sem dúvida fruto do isolamento e muito tempo de scroll nas redes sociais. O facto de algumas coisas serem verdade e às vezes servirem como um alerta grande parte são apenas exagero e em mentes em momentos mais frágeis ou desocupadas como era o meu caso pode ser a receita para situações desnecessárias.

É uma situação parva eu acho mas é o exemplo de como por vezes coisas que nem damos conta entram na nossa mente e podem causar danos sem darmos conta. Não sei qual seria o efeito em mim se eu tivesse depressão ou outra situação psicológica. Ou se em vez de contas, que deixei de seguir em segundos depois de me ter apercebido, fosse uma pessoa próxima. Aquelas pessoas que intencionalmente ou não vão dizendo assim umas coisas para o ar e por vezes bem tóxicas e que nem damos conta de que nos condicionam ou desmotivam. Às vezes até as pessoas mais bem intencionadas conseguem causar mais mal que bem.

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